Constelação Familiar no coach

Impressionante o que a análise do momento socio-econômico e histórico- político em que a pessoa nasceu e se desenvolveu nos mostra alguns dos comportamentos e reações às situações atuais.

Generalizar é sempre errado, numa pesquisa mais séria sobre comportamentos, temos as gerações: Veteranos, baby boomers, X, Y e Z, cada uma dividia em sisgênero, e regiões, o que gera mais de 15 subdivisões de grupos e comportamentos.

Todavia uma visão mais simples a partir do método intuitivo de Constelação Familiar nos dá algumas pistas de adequação de comportamento.

A geração mais experiente e ainda na ativa é chamada de Geração dos Veteranos, formada por pessoas hoje que têm entre 60 e 85 anos, nascidas entre duas guerras mundiais e educada para valorizar o trabalho, quanto mais árduo melhor, obedecer hierarquias, cadeias de comando e não comprar nada que não possa pagar à vista pois nunca sabem como será o dia de amanhã.

Já os com idade entre 43 a 60, os da geração dos Boomers, sedenta ascensão profissional, treinada na ideia do 1º milhão aos 30, fiel às organizações e crente no poder de mudar o mundo politicamente – principalmente as mulheres, que após a queima dos sutiãs em praça pública querem fazer valer os direitos conquistados nessas cinzas.

Na sequência vem a denominada Geração X, hoje entre 30 e 40 anos, apática politicamente e facilmente manipulada nesses termos políticos, reflexo da desilusão dos pais, buscam equilíbrio e ecologia correta entre a vida profissional e pessoal, às vezes possuem um guru new age, já não dá importância para tanta formalidade no ambiente de trabalho, o importante são seus ideais pessoais, e não aos da organização e não vêem com bons olhos os currículos de 20 anos de trabalho para a mesma empresa, sem inovação, sem busca de novos desafios.

Já a chamada Geração Y, de filhos superprotegidos criados em jaulas e com pouca facilidade de comunicação interpessoal que não a digital, acostumados a terem o que querem para compensar a ausência dos pais tidos como workahoclics, exigem de si mesmos esse equilíbrio entre o profissional e o pessoal. É uma geração agitada, inquieta e sabe como nenhuma outra lidar com a tecnologia mas tem dificuldades em interagir e respeitar a competência específica de cada um. Por ter crescido com amplo acesso ao conhecimento, mas com certa incapacidade de filtrar o mais importante, muitas vezes se passa por prepotente e petulante, mas é preciso admitir que esses jovens entre 10 e 30 anos de idade, realmente têm muita a ensinar aos mais velhos.

Longe de analisar profundamente as neuroses, psicoses e perversões nem comportamentos típicos, vale a pena tentar com essa breve colocação pode ser útil ao processo de autoconhecimento e processos mentais de construção de plano de ação nos coachees de cada geração.

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